Biblioteca de Alexandria

Acredita-se que a biblioteca foi fundada no início do século III a.C., concebida e aberta durante o reinado do faraó Ptolemeu I Sóter ou durante o de seu filho Ptolomeu II. A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional.  Continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 000 rolos de papiros e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra” Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria.

Conta-se que um dos incêndios da histórica biblioteca foi provocado por César. Em caçada a Pompeu, o seu inimigo de Triunvirato (formado por Pompeu, Crasso e ele), César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. A destruição da biblioteca é um evento que divide os historiadores pelo menos desde o século XVIII. A versão mais popular, pelo menos entre o grande público, é a de que a biblioteca foi destruída por ordem de Amr ibn al-As, governador provincial do Egito em nome do califa Rashidun Omar ibn al-Khattab, pouco depois da conquista do Egito comandada por Amr em 642, mas desde o século XVIII que diversos estudiosos questionam a veracidade dessa versão da história.

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A construção da Nova Biblioteca de Alexandria demorou sete anos, mas a ideia nasceu em 1974. Concluída em 2002, custou 212 milhões de dólares, boa parte dos quais pagos pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Esse espaço abriga 4 milhões de livros, acervo bem inferior ao da Biblioteca do Congresso dos EUA (18 milhões) e da Biblioteca Nacional da França (12 milhões).  No local estão ainda guardados dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes áudio e 50 mil vídeos.No granito do frontispício da face sul, foram gravadas as letras de todos os alfabetos das civilizações antigas e modernas. Porém, mais do que o acervo e a suntuosidade, o surguimento da nova Biblioteca enseja um extraordinário simbolismo histórico.

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